Ademir Demarchi

Descrito pelo poeta, editor e doutor em literatura Ademir Demarchi como uma espécie de livro-manifesto, “Contrapoéticas” (336 páginas) reúne artigos sobre Francis Ponge, Dylan Thomas, T. S. Eliot, Kenneth Goldsmith, Langston Hughes, Jorge Luis Borges, Chet Baker e Maurice Blanchot e o antológico ensaio “Obras cadáveres – Arthur Bispo do Rosário, Estamira, Jardelina, Stela do Patrocínio, Violeta e o Deus do Reino das Coisas Inúteis”.

“Contrapoéticas” inclui ensaios e resenhas sobre livros de Ademir Assunção, Anelito de Oliveira, Antonio Tadeu Wojciechowski, Celso de Alencar, Douglas Diegues, Guilherme Gontijo Flores, Joca Reiners Terron, Leonor Scliar-Cabral, Marcelo Ariel, Marcelo Sahea, Marcelo Sandmann, Marco Cremasco, Pedro Tostes, Roberto Piva, Vanderley Mendonça e Waldo Motta, entre outros autores da literatura do presente. 

Ademir Demarchi

Ademir Demarchi nasceu em Maringá (PR), em 1960, e vive em Santos (SP). Cursou Letras-Francês (UEM), mestrado (UFSC) e doutorado (USP) em Literatura Brasileira. Publicou, entre outros, os livros de poemas “Louvores gozosos – iluminações profanas” (2020), “Gambiarra” (2018), “O amor é lindo” (2016), “Do sereno que enche o Ganges” (2007), “Passeios na floresta” (2007) e “Os mortos na sala de jantar” (2007), além da antologia poética “Pirão de sereia” (2012) e “Siri na lata” (2015), coletânea de crônicas escritas por oito anos. Editado também em livro no Peru e Paraguai, Demarchi mantém intenso trabalho como editor das revistas Babel (nove edições de 2000 a 2017) e Babel Poética (2011-2013) e do selo cartonero Sereia Ca(n)tadora e organizou os livros “101 Poetas: Antologia de experiências de escritas poéticas no Paraná do século XIX ao XX” (2014) e “Passagens: Antologia de Poetas Contemporâneos do Paraná” (2002).